Caixas de Câmbio ZF

Os produtos da ZF estão sujeitos a altas expectativas: menor consumo de combustível, conservação de recursos e, ao mesmo tempo, mais segurança para o condutor e os passageiros. A pretensão de liderança tecnológica em sistema de transmissão impõe a necessidade de desdobrar o potencial criativo em produtos inovadores.

Os componentes do trem de força têm a função de transmitir a potência do motor para as rodas de tração do veículo.

A caixa de câmbio é o componente da transmissão que comanda as mudanças do torque do veículo. O torque é alterado conforme a marcha na caixa de câmbio.

Para garantir serviços de alta qualidade com peças de reposição originais a ZF do BRASIL, possui uma rede de concessionárias altamente equipada e preparada com instalações, ferramental e técnicos treinados na fábrica, além de estoque de peças adequado para atender as necessidades do mercado.

A Bormana se orgulha de fazer parte desta rede.

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Automatizadas

As caixas automatizadas funcionam por meio da automatização da embreagem, da seleção e do engate das marchas (e não por meio de um conversor de torque), mas oferece ao motorista a sensação de estar dirigindo um caminhão automático. Geralmente o acionamento da transmissão se dá por meio de teclas localizadas no painel (D, N e R). Esse sistema elimina completamente a necessidade do pedal de embreagem.

Essas transmissões são fáceis de manusear: basta acionar o sistema no painel, colocar no D (Drive), acelerar e frear. O motorista agradece tanto conforto.

Para realizar consertos e ajustes nesses câmbios são necessários softwares e ferramental homologados pela fábrica e fornecidos com exclusividade para a rede.

Esse é outro grupo seleto do qual a Bormana sente orgulho por fazer parte.

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Automáticas

As caixas automáticas proporcionam maior conforto, segurança e redução do stress para o condutor. Como a troca de marcha não necessita da intervenção humana, permite que ele concentre sua atenção no trânsito. O retardador incrementa a vida útil dos sistemas de freios do veiculo.

Como esse sistema é ainda muito utilizado em veículos que transportam pessoas, o maior conforto nas trocas de marchas proporciona um deslocamento mais tranqüilo.

Por processo natural, os câmbios manuais serão aos poucos substituídos pelos automatizados e automáticos. A escolha dependerá dos projetos da montadora, sendo que o automatizado terá custo menor de construção e manutenção já que utiliza internamente os mesmos componentes do cambio mecânico, sendo somente o engate das marchas automatizado, através de uma central de comando.

Com a abertura da filial de Porto Alegre, a Bormana passou a ser uma das cinco empresas que são concessionárias ZF para prestar assistência a esse produto, sendo exclusiva no RS e SC.

Para realizar esses serviços são necessários banco de teste específico e ferramentas especiais, bem como técnicos treinados e peças originais.

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Mecânicas

A caixa de câmbio caracteriza-se por um conjunto de engrenagens disposto em pares, onde cada par corresponde a uma marcha, com exceção da marcha a ré, que é composta de uma engrenagem auxiliar que reverte o movimento.

Sua finalidade é adequar ao carro a rotação do motor, através de um sistema de engrenagens que transmite para o eixo das rodas uma rotação diferente àquela do motor, ou quando necessário não transmite rotação nenhuma, mesmo com o carro ligado. Depois a adequação final é feita pelo diferencial antes de chegar às rodas.

Na caixa, todos os pares de engrenagens permanecem engrenados sempre. A escolha de uma marcha movimenta um componente denominado luva de engate que fixa o par de engrenagens desejado aos eixos. Para evitar que o acoplamento danifique a luva ou a engrenagem nas caixas sincronizadas, existem entre ambos, os anéis sincronizadores que agem por atrito, igualando as rotações entre a luva e a engrenagem.

A marcha à ré insere uma engrenagem intermediária, responsável pela inversão da rotação. Geralmente não existem anéis sincronizadores para a marcha à ré, o que exige que o veículo esteja totalmente parado para o seu engrenamento, sob pena de danos às engrenagens.

O dispositivo que transforma o movimento da alavanca de mudanças em um efetivo movimento de engate das luvas é denominado trambulador. O seu acionamento pode ser por intermédio de travões ou cabos, este mais moderno garantindo acionamento mais suave e silencioso.

As caixas de câmbio mecânicas ainda são a maioria, porém com o avanço tecnológico, serão gradativamente substituídas pelas automatizadas e automáticas.

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Diferencial

O diferencial é o componente mecânico que distribui a potência vinda da caixa de marchas, pelos dois veios de transmissão (um ligado a cada roda). Esse componente é fundamental, pois em curva a roda exterior percorre uma maior distância e, logo, essa roda deverá receber uma maior percentagem da potência debitada pelo motor. É o diferencial que garante essa distribuição correta entre as duas rodas.

Basicamente o diferencial tem três funções:

  • -Direcionar a potência do motor para as rodas
  • -Atuar como um mecanismo final de redução no veículo, diminuindo a velocidade rotacional da transmissão uma última vez, antes que ela chegue às rodas.
  • -Transmitir a potência para as rodas, enquanto permite que elas girem a velocidades diferentes (foi esta condição que deu a este componente o nome de diferencial).
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Embreagem

Sistema de acoplamento mecânico que permite transmitir, de uma forma suave, o movimento do volante do motor ao veio primário da caixa de marchas. Ao pressionarmos o pedal da embreagem, estamos separando o volante do motor da caixa, o que nos permite modificar a relação de marchas sem danificar quaisquer componentes.A embreagem destina-se a desligar o motor das rodas motrizes quando se efetua uma mudança de velocidade ou quando se arranca. Assim torna-se possível engatar suavemente uma nova engrenagem antes de a transmissão voltar a ser ligada, ou quando houver um novo arranque, permitindo que o motor atinja as rotações suficientes para deslocar o veículo.O desembrear faz-se separar três partes do conjunto da embreagem: o volante do motor, o disco e o platô, ou a placa de pressão da embreagem. O volante do motor está fixado por meio de parafusos ao virabrequim e roda solidário a este; o disco de embreagem encaixa, por meio de estrias, no eixo primário da caixa de câmbio e, assim, roda com ele; o platô da embreagem fixa o disco de encontro ao volante do motor.

Quando se diminui a pressão do platô (pisando no pedal da embreagem), o virabrequim e o eixo primário da caixa de câmbio passam a ter movimentos independentes. Quando o motorista soltar o pedal, aqueles se tornam solidários.

Quando o disco da embreagem está fixado de encontro ao volante do motor por meio do platô da embreagem, a força de aperto deverá ser suficientemente grande para evitar qualquer deslizamento – patinagem – sempre que o motor transmitir o torque máximo ao volante.As expressões “embreagem de diafragma” e “embreagem centrífuga” derivam dos processos segundo os quais a carga é aplicada aos revestimentos de fricção. Numa embreagem de molas, o platô é impelido por certo número de molas helicoidais e aloja-se, juntamente com estas, numa tampa de aço estampado, fixa ao volante do motor. As molas apóiam-se nessa tampa e exercem pressão sobre ela. Nem o disco da embreagem, nem o platô estão ligados rigidamente ao volante do motor, podendo ambos aproximar-se ou afastar-se deste.

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